quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Reclame da vida, e falhe miseravelmente!

Reclame da falta de oportunidades, da falta de emprego, de roupa....reclame para este SENHOR aqui!

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Pare de fumar, AGORA!

Incríveis ilustrações que mostram nosso vício em tecnologia

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Papa apoia igualdade das Religiões!

Um vídeo em que o Papa Francisco apóia outras religiões tem levantado discussões. Eu particularmente sou 100% Papa Francisco, enviado de Deus!

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Maroon 5 no metrô de NY

Jimmy Fallon adora aprontar nos subterrâneos de Nova Iorque. Já tinha feito algo assim com Bono Vox e o U2. Agora o disfarçado foi nada mais, nada menos que Maroon 5!

Gente boa fazendo a felicidade das pessoas comuns.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Doadores de sangue, os heróis anônimos!

domingo, 19 de novembro de 2017

“Meu melhor amigo é o meu irmão e ele é autista”.

sábado, 18 de novembro de 2017

Sorveteiro roubado recupera carro e ganha baldes de sorvete para recomeçar o negócio

O sorveteiro Henrique Gomes e o empresário Gustavo Picanço Feitosa durante a doação dos picolés e baldes de sorvete. Fotos: Jander Robson

Após sofrer um horrível trauma, o sorveteiro Henrique Gomes, 58, está se sentindo abençoado e com muita sorte. Ele teve o carro, seis baldes de sorvete e celular roubados na tarde da última quarta-feira (15), mas, por um gesto de solidariedade de um desconhecido, Henrique conseguiu repor o estoque de sorvete. Para completar a “maré de boas notícias”, a polícia localizou ontem o seu veículo que foi roubado. 

O sorveteiro foi roubado enquanto se preparava para vender os produtos em frente à praça do conjunto Santos Dumont, bairro da Paz, na Zona Centro-Oeste de Manaus. A história do crime foi noticiada no portal e jornal A CRÍTICA e despertou o sentimento de solidariedade do empresário Gustavo Picanço Feitosa, 36, dono da fábrica de sorvetes e picolés Gusta +.

“Trabalhamos no mesmo ramo e quando li a matéria, me deu vontade de ajudá-lo”, contou Picanço, que procurou o jornal na quinta-feira (16). O sorveteiro foi à fábrica e recebeu das mãos do empresário cinco caixas de picolés e dois baldes de sorvete de sabores variados para retomar o seu negócio.


“Leva os sorvetes e os picolés, se sair bem volta aqui que a gente faz negócio”, disse o empresário ao sorveteiro ao despedir-se. Henrique deixou a fábrica dizendo estar feliz e agradecido com a graça que recebeu. De acordo com ele, no percurso para casa, já ia vender picolés, pois estava precisando de dinheiro.

Carro em ramal

O carro roubado de Henrique foi achado ontem pela polícia em um ramal, nas proximidades do conjunto Viver Melhor, bairro Santa Etelvina, Zona Norte. Os bandidos levaram a corneta de sorveteiro e danificaram a ignição.

O veículo foi levado na quarta-feira por dois homens. Um deles encostou a arma na cabeça da vítima dizendo “perdeu coroa”. Na manhã do dia seguinte, a vítima recebeu um telefonema em que foi “oferecido” o automóvel de volta por R$ 1,5 mil. Henrique não pagou o resgate.

Fonte: A Crítica

Famosos que fracassaram antes do sucesso

Nomes como Oprah Winfrey, Michael Jordan e Steve Jobs não são associados ao fracasso. Mas, antes do sucesso essas estrelas falharam algumas vezes.

Mas, nunca desistiram, o que é mais importante.

Veja o que 15 super empreendedores de sucesso que mudaram as regras do jogo tiveram que superar antes de trilharem o caminho do sucesso.

#1. Walt Disney ouviu que um rato nunca iria fazer sucesso.

Walt Disney ouviu que não tinha criatividade suficiente.

Antes de construir o império que todos nós conhecemos, Walt Disney foi demitido de um jornal porque o editor acreditava que ele não tinha boas ideias.

Em 1921, Disney fundou a sua primeira empresa de animação em Kansas, onde fez um acordo com uma empresa para a distribuição de seus cartoons em Nova Iorque, aonde a empresa distribuiria os materiais de Disney e pagaria apenas 6 meses depois.

O resultado disso foi que ele foi forçado a dissolver a sua companhia em um momento em que não poderia nem pagar o aluguel e, sobreviveu, supostamente, comendo comida de cachorro.

Além disso, quando Walt foi à MGM para distribuir Mickey em 1927 ele foi avisado que a ideia de um rato nunca iria funcionar porque ia aterrorizar as mulheres.

#2. JK Rowling estava lutando para sobreviver.

Antes de JK Rowling ter o sucesso de Harry Potter, ela era uma mãe divorciada encolhida no seu lar, lutando para sobreviver e ao mesmo tempo frequentando a escola.

Felizmente, o seu livro virou a série que conhecemos de Harry Potter que deu a origem aos filmes e transformou Rowling em uma bilionária desde abril desse ano.

#3. Oprah Winfrey ouviu que era imprópria para a TV.

Oprah Winfrey era imprópria para a TV.

Quando tinha 22 anos, a hoje magnata da TV americana, foi demitida do seu trabalho por ser imprópria para a TV.

Winfrey foi afastada da sua função de co-âncora do notíciario 6 o’clock de notícias semanais em Baltimore, depois da baixa audiência do programa. Oprah reconheceu essa como a pior falha em sua carreira televisiva.

Com isso, ela foi rebaixada para o horário da manhã na TV, onde encontrou o seu tom e se reuniu com o novato Gayle King que mais tarde se tornaria o produtor e editor de O, The Oprah Maganize.

7 anos depois, mudou-se para Chicago, aonde seu programa de talk show dominou a TV por 25 anos e, finalmente tornou-se dona do seu próprio canal, o OWN.

#4. Jerry Seinfield foi vaiado no palco.

O comediante, na sua primeira vez diante dos palcos em um clube de comédia, simplesmente congelou ao olhar a plateia e acabou sendo vaiado no palco.

Mas, um determinado Seinfield voltou na noite seguinte e realizou um espetáculo de muito sucesso.

#5. Lucille Ball era uma atriz de filmes B.

Antes de estrelar “I Love Lucy”, Lucille Ball foi amplamente considerada uma estrela fracassada e uma estrelas de filmes B, além de ter sido apelidade de “rainha dos B’s”, em 1940.

Em 1962, Ball foi a primeira a mulher a se tornar executiva de um studio de televisão, Desilu, que produziu muitas séries de grande sucesso.

Ao longo de sua carreira, ganhou 4 Emmys e o Lifetime Achievement Award do Kennedy Center Honors.

#6. Fred Astaire ouviu que não sabia atuar.

Fred Astaire: falta de talento artístico?

Em seu primeiro teste, o diretor de testes da MGM disse que Astaire não poderia atuar. “Não pode atuar. Não sabe cantar. É ligeiramente careca e dança muito mal”.

Astaire, tempos depois disse que realmente leu isso no relatório. David O. Selznick, que assinou com Astaire na RKO e encomendou o teste afirmou que estava incerto sobre o ator, mas que sentia que, apesar das suas grandes orelhas e um queixo horrível, seu charme era incontestável e seu carisma era tão grande que podia-se sentir isso mesmo em um teste pavoroso.

Astaire, que passou a ser constantemente indicado ao Oscar, além de cantor e dançarino, afirmou que manteve o relatório negativo em casa para lembrá-lo suas origens.

#7. Sidney Poitier ouviu que deveria se tornar um lavador de pratos.

Após a sua primeira audição Poitier, que cresceu pobre nas Bahamas, ouviu do diretor do elenco : “Por que você não para de desperdiçar o tempo das pessoas e se torna um lavador de pratos ou algo assim”?

Poitier, após o incidente, ganhou um Oscar por “Lírios do Campo” em 1964 e 1967 com o super bem sucedido “Adivinhe Quem Veio Para o Jantar”.

#8. Oliver Stone abandonou a escola.

O tricampeão do Oscar Oliver Stone abandonou a universidade de Yale para escrever o seu primeiro romance, que mais tarde foi rejeitada por editores e, quando finalmente foi publicado em 1998 não foi bem recebido e Stone se mudou para o Vietnã para ensinar inglês.

Com resultado disso, Stone alistou-se no exército e lutou uma batalha que lhe rendeu dois corações roxos e ajudou a encontrar a inspiração para o seu trabalho posterior: Platoon, Nascido em 4 de Julho” e “Natural Born Killers”.

#9. Steven Spielberg foi rejeitado na escola de cinema 3 vezes.

Steven Spielberg se formou após 35 anos de sucesso nas telas.

Steven Spielberg foi rejeitado pela Universidade do Sul da Califórnia na Escola de Teatro, Cinema e Televisão 3 vezes.

Ele acabou frequentando a escola em outro local, só para sair e se transformar em um diretor antes mesmo de terminar.

Depois de 35 anos, Spielberg voltou para a escola em 2002 para finalmente obert o seu diploma. “Eu queria fazer isso por muitos anos como um agradecimento aos meus pais por me dar a oportunidade de uma educação e de uma carreira”, disse Spielberg em um comunicado. “E como uma nota pessoal para a minha família – e todos os jovens – sobre a importância de alcançar as suas metas de educação”.

#10. Os Beatles foram retirados de sua gravadora.

Quando os Beatles estavam apenas começando, uma gravadora os recusou.

A Decca Studios de gravação, que havia gravado 15 músicas com o grupo disse que não gostavam do som deles e que a guitarra estava prestes a desaparecer da música, além de garantir que o grupo não tinha futuro no show business.

#11. Stephen King recebeu 30 rejeições por Carrie.

Em 1973, Stephen King foi trabalhar como professor de inglês em Maine e vendia algumas histórias para ajudar no orçamento. Nesse mesmo ano ele aceitou um adiantamento de 2500 dólares para seu primeiro romance, Carrie, da Doubleday. Mas após mais de 30 rejeições, o rei decidiu esquecer do livro.

Com o incentivo da esposa, King reenviou o manuscrito e, depois de centenas de livros publicados é um dos autores mais vendidos de todos os tempos e, Carrie está em seu segundo remake.

Ao final de 2011, o total de vendas dos livros de King foi estimado em algo em torno de 300 e 350 milhões de cópias.

#12. Michael Jordan foi cortado do time de basquete da escola.

Depois de ser cortado do time de basquete da escola, um jovem Michael Jordan foi pra casa e chorou.

Mas ele não deixou que esse contratempo o impedisse de jogar basquete e, declarou: “Eu já perdi mais de 9000 arremessos em minha carreira, perdi quase 300 jogos, em 26 ocasiões foi confiado a mim o arremesso que daria a vitória ao meu time no jogo e eu falhei. Falhei uma vez, e outra e outra vez em minha vida. E é por isso que eu consegui”.

#13. Steve Jobs foi demitido da empresa em que fundou.

Steve Jobs: demitido da empresa que fundou.

Steve Jobs foi um caso de abandono da faculdade, de executivo demitido e um homem de negócios sem sucesso.

Aos 30 anos de idade, ele foi simplesmente afastado e demitido, sem cerimônias, da empresa que fundou. Em 2005, em um discurso da Universidade de Stanford, Jobs explicou: “eu não vi isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser novamente um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me libertou para entrar num dos períodos mais cirativos da minha vida”.

Após seu retorno à Apple, Jobs criou vários produtos icônicos e revolucionários, como o iPod, iPhone e iPad, que mudou a face da tecnologia, mais uma vez.

#14. Hugh Jackman foi demitido da 7-Eleven.

Antes de ser o Wolwerine em X-Men, ou uma estrela da Broadway, o ator Hugh Jackman foi demitido de seu emprego de caixa na 7-Eleven.

“Eu fui demitido depois de 6 semanas porque o chefe disse que conversei muito com os clientes”. Explicou Jackman ao US Weekly.

#15. Elvis Presley foi demitido após a sua primeira apresentação.

Em 1954, Elvis era ainda um performer sem nome, e Jimmy Denny, gerente do Grand Ole Opry, despediu Elvis depois de apenas uma performance lhe dizendo-lhe: “você não vai a lugar nenhum, filho. Você deveria desistir disso e dirigir caminhões”.

Elvis tornou-se o segundo artista mais vendido de todos os tempos.

Testemunho de Padre Adriano Zandoná à Padre Marcelo Rossi.

Quanta emoção. Deus é maravilhoso em Sua infinita misericórdia!

16 razões pelas quais você está tão cansado

Todo cansaço tem um motivo e, para alegria geral, uma cura

(FOTO: FLICKR/ CREATIVE COMMONS/TIMOTHY KRAUSE)

Não importa o dia da semana, você sempre está cansado? Não se preocupe, isso é totalmente normal. A ciência explica os motivos do cansaço - e quase sempre dá uma solução para o problema.

O BuzzFeed consultou a médica Holly Phillips, autora do livro The Exhaustion Breakthrough (ainda sem tradução no Brasil) e listou diversas razões para explicar o cansaço. Fizemos um compilado com os principais motivos:

1. Você dorme até (muito) mais tarde nos fins de semana
Você é daqueles que dorme até meio-dia nos fins de semana, e durante a semana depende do despertador pra acordar cedo? Péssima notícia: isso está destruindo seu relógio biológico. Acordar no máximo até duas horas depois do horário habitual de segunda a sexta pode te ajudar a resolver o cansaço.

2. Você procrastina seu sono
Cientistas holandeses criaram um termo para assistir regularmente séries e filmes em vez de ir dormir. É a "procrastinação do sono", ou seja, postergar o sono através de muita procastinação. Quem procastina mais, dorme menos - e o resultado é óbvio

3. Você checa o celular antes de dormir - e às vezes nem dorme
A iluminação do seu smartphone, ou até mesmo do seu computador, está intimamente ligada com a produção de melatonina, o hormônio do sono. Quanto menos melatonina, menos sono. Coloque o celular fora do seu alcance durante a noite - isso evita a tentação de ver se alguém está online no WhatsApp. Ou, se você for corajoso o suficiente, deixe o dispositivo em modo avião. Vale seu sono?

4. Você não está dormindo o suficiente
Foi dormir às 3h e teve que acordar as 7h, né? Você não está dormindo tempo suficiente. Segundo a National Sleep Foundation, crianças de 6 a 12 anos devem dormir de 10 a 11 horas por dia; de 13 a 19 são pelo menos 9 horas de sono. Adultos precisam dormir de 7 a 9 horas por dia. Progame-se e sinta-se bem melhor dormindo tempo suficiente.

5. Você não está dormindo bem o suficiente
“Mas, eu durmo até mais de 9 horas por dia. Por que ainda me sinto cansadx?” Não se trata apenas de quantidade, mas também de qualidade. Você precisa dormir bem e relaxado. Não adianta nada dormir até o sono acabar em um lugar desconfortável.

6. Você está com algum vírus ou bactéria
Se você estava doente algumas semanas atrás, provavelmente ainda têm resíduos de algum vírus ou bactéria no seu corpo. Segundo Phillips, o corpo pode levar de três a quatro meses para se livrar totalmente desses ~resíduos. Antioxidantes presentes em alguns alimentos podem facilitar esse processo.

7. Você tem refluxo gástrico
Seu sono pode não ser tão bom justamente por conta de um refluxo gástrico. "Um sinal é se você sempre acorda e sente que tem que limpar a garganta. Este é um sinal oculto do refluxo gástrico e pode perturbar o seu sono”, diz Phillips. Procure um médico.

8. Você está se alimentado errado
Aqui vale a máxima você é o que você come - sem ofensas. "Se você preencher o seu corpo com alimentos processados, onde os nutrientes foram removidos, seus níveis de energia vão refletir isso", diz Phillips. Pense nos alimentos como combustível, beba e coma só o suficiente.

9. Você é alérgico
O corpo precisa combater as alergias. Portanto, se você for alérgico, muito provavelmente está cansado porque seu corpo está se desgastando amenizando os efeitos da alergia.

10. Você não se exercita
Treinar aumenta seus níveis de endorfinas e ajuda a dormir. Além disso, as pesquisas de Phillips garantem que quem se exercita de manhã tem um sono muito melhor durante a noite. Sabemos que é difícil, mas por uma vida com menos cansaço vale o esforço!

11. Você se exercita demais
Ok, você levou o item 10 muito a sério e agora não para de treinar. E sim, isso pode te deixar mais cansado. O corpo também precisa de descanso. Não se sobrecarregue, se não vai ficar parecendo um zumbi andando por aí.

12. Você tem a apneia do sono
Já ouviu alguém reclamar dos seus altos roncos durante aquela soneca? Você pode sofrer com esse distúrbio. A apneia do sono é muito comum e pode atrapalhar seu descanso. Consulte o seu médico se você sente desconforto nasal ou não consegue respirar direito enquanto dorme.

13. Você tem algum problema hormonal
Segundo Phillips, estar cansado o tempo todo pode ser um sintoma de um distúrbio de tireoide ou síndrome do ovário policístico. Se você está sempre esgotado e tem outros sintomas que podem estar relacionados a seus hormônios - como alterações no peso, humor, pele ou cabelo -, consulte seu médico.

14. Você está perdendo nutrientes realmente importantes
Se o seu corpo está com dificuldades para absorver nutrientes como Ferro, Vitamina D, Cálcio ou Vitamina B12, isso pode alterar seus níveis de cansaço. Consulte seu médico ou nutricionista para começar a tomar suplementos.

15. Você está desidratadx
Você pode apenas estar com sede. É a mesma sensação da ressaca. Sim, essa é a desidratação - não é uma piada. Bebidas alcoólicas são diuréticas, o que facilita a perda de líquidos do corpo. Talvez um copo d’agua seja melhor que um cafézinho.

16. Você tem a síndrome da fadiga crônica
É uma doença grave e debilitante comum em princesas de contos de fadas. Mas não se engane, brincadeiras a parte, é uma doença séria e real que deve ser tratada. Essa síndrome pode levar o corpo à fadiga extrema mesmo em repouso. Procure um médico.

Talvez o motivo do seu cansaço não esteja nessa lista, mas não se ache um estranho fora do ninho. A verdade é que existem milhões de razões que explicam a exaustão humana. Mas quase sempre estão relacionadas à saúde, e sempre têm uma cura ou tratamento. Procure se exercitar e comer bem e, se isso não ajudar, consulte um médico ou especialista.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Mulher se recusa a desligar aparelhos e marido acorda do coma 3 meses depois pedindo comida

Danielle Josey Davis não aceitou recomendação de médicos para deixar Matt Davis morrer. Ele tinha 90% de chances de nunca mais acordar. Esta história é de 2015, mas vale muito a pena ler de novo...o poder do amor!

MULHER SE RECUSA A DESLIGAR APARELHOS DE MARIDO E ELE ACORDA DO COMA (Foto: GO FUND ME)

A americana Danielle Josey Davis havia se casado há apenas sete meses quando um acidente de moto quase tirou a vida de seu marido, deixando-o em coma e respirando com a ajuda de aparelhos. A recomendação dos médicos era deixar Matt Davis morrer, porque havia uma chance de 90 % de ele nunca mais acordar. Mas Danielle decidiu que não era hora ainda. Então, um dia, ele acordou.

"Estou feliz por ter casado com ela", disse Matt à "ABC News" sobre a decisão da mulher que hoje ele aprendeu a amar. Após acordar do coma, sua memória antes de 2010 foi apagada por conta da lesão cerebral.

Danielle tinha 24 anos quando o acidente aconteceu, e só tinha namorado Matt, com 23 na época, por dois meses antes de se casarem. Ela tomou conta do marido praticamente sozinha durante o tempo da internação, pois seu sogro havia falecido dois anos antes, o que deixou sua sogra muito doente para se manter presente ao lado do filho em coma.

A americana tomou a decisão de tornar sua vida da forma mais confortável que podia. Quando os médicos lhe deram permissão, ela o levou para a casa da mãe. "Se temos que trazê-lo para casa, vamos garantir que ele tem a melhor vista do mundo", lembrou. "Se ele vai ser um corpo em uma cama, vamos dar-lhe algo para olhar."

O CASAL FAZ AULAS DE YOGA JUNTO (Foto: REPRODUÇÃO/FACEBOOK)

Em pouco tempo, Matt começou a segui-la com os seus olhos e então começou a se comunicar apenas três meses após o acidente. Danielle contou que estava segurando Matt em sua cama tentando imitar o que o terapeuta havia feito numa clínica de reabilitação, pedindo-lhe para alcançar e agarrar uma motocicleta de brinquedo. "Ele nunca tinha feito isso antes, mas neste dia, fez." Foi um começo.

Mas a americana descobriu que seu marido estava de volta à vida quando perguntou o que ele gostaria de comer, e ele respondeu em um sussurro quase inaudível. "Frango [à moda de] Buffalo envolto em cheddar'", disse ela, explicando que era sua comida favorita. "Nos emocionamos porque sabíamos o que ele quis dizer".

Danielle o colocou em um programa de reabilitação por dois meses e meio e ele se levantou sozinho com a ajuda de um andador.

Levou um certo tempo até que Matt recuperasse o seu senso de humor e suas memórias mais antigas, mas até hoje não se lembra da morte do pai, nem do casamento com a mulher. Ele teve que conhecê-la novamente e se apaixonou.

O casal atualmente vai à aula de ioga junto e se diverte praticando esporte. Eles recebem ajuda de um site de financiamento coletivo, Go Fund Me, para custear as despesas médicas necessárias à recuperação.

O poder esmagador do amor!

Sim, ele esmaga a arrogância, o preconceito e a intolerância!

Ex-vendedor de chocolate conta no ‘Domingão’ como conseguiu virar médico

Tava navegando pela internet neste feriado de 15 de novembro e me deparei com essa história. Já tinha visto alguma coisa sobre isto algum tempo atrás, mas confesso que não tinha prestado atenção. Agora, com mais calma, pude ver e sentir a emoção de conhecer uma pessoa que é a essência do blogue, um inspirador!

Esse paraense educado, simples e humilde, passou em duas faculdades, estadual e federal, para medicina, o curso mais concorrido do Brasil!

Jessé Moreira Soares é um vencedor, e uma inspiração para todos.

Abaixo a matéria que saiu no Faustão:

Jessé Moreira Soares batalhou e venceu na vida. No palco do Domingão do Faustão, o ex- vendedor de chocolate falou sobre as dificuldades que enfrentou para passar em duas universidades públicas em Belém do Pará.

Emocionante! Jessé Moreira conta sua história no palco do Domingão (Foto: Carol Caminha/Gshow)

Tocado pela homenagem, ele confessa: “Sempre tive muita força de vontade”. A plateia, é claro, ficou emocionada. Reveja esse momento!

Emocionado, Jessé relembra sua trajetória como vendedor (Foto: Carol Caminha/Gshow)

O vídeo com a matéria:


Fonte: G1

Uma luz na escuridão


segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Tá chegando a hora!

Impossível não se emocionar!

Obrigado Senhor, por podermos testemunhar o homem alcançando o inalcançável!

domingo, 12 de novembro de 2017

O ANJO DE AUSCHWITZ

sábado, 11 de novembro de 2017

O que as pessoas costumam falar pouco antes de morrer?

Catherine Mackie e Simone Stewart
Da BBC News

Direito de imagem GETTY IMAGES

Quando uma pessoa está prestes a morrer, do que ela costuma falar?

A BBC News entrevistou enfermeiras especializadas em cuidados paliativos e de pacientes com câncer do hospital da Universidade Royal Stoke, no Reino Unido, para saber o que ocupa a mente de pessoas em estado terminal e quais são seus desejos derradeiros.

"Alguns pedem seu drink favorito", diz a enfermeira Dani Jervis.

"Às vezes, elas só querem uma xícara de chá", afirma Carina Lowe, que trabalha no mesmo hospital.

Outra enfermeira se recorda de uma paciente idosa que estava internada em uma ala de cirurgia bastante movimentada.

"O marido dela também ficou doente, e eles só queriam que suas camas ficassem juntas", diz Angela Beeson. 
Image caption - Nem sempre os pacientes têm medo de morrer, diz a enfermeira Massey

"Deitados um ao lado do outro, de mãos dadas, vi eles cantando juntos. Os dois morreram naquela ala, com dez dias de diferença um do outro."

Sem medo

Naturalmente, é esperado que o período logo antes da própria morte, quando uma pessoa está ciente de que não lhe resta muito tempo, seja de muita tristeza na maioria das vezes.

No entanto, esse estágio final não é inteiramente marcado por sentimentos ruins, conta a enfermeira Louise Massey.

"Ver a alegria no rosto de uma pessoa quando ela está morrendo e seu cachorro vem visitar é algo que não tem preço", diz ela.

Esse tipo de situação não é incomum, como se recorda a enfermeira Nicki Morgan: "Já tivemos uma vez um border collie e um pastor alemão deitados na cama com um senhor, esse era seu desejo final".

Image caption- A enfermeira Beeson se recorda de um casal que apenas queria ter suas camas lado a lado

A enfermeira Massey leva na memória o caso de um paciente que, há muitos anos, estava morrendo e apenas parcialmente consciente.

"Ele disse que estava feliz de morrer, porque havia tido um vislumbre do céu, que era um lugar maravilhoso e que não tinha mais medo de partir."

Premonições

Uma das enfermeiras ouvidas pela BBC conta que, com frequência, ocorrem coincidências que alguns interpretam como premonições.

"Pessoas já disseram: 'Completo 80 anos em algumas semanas. Vou ter minha festa de aniversário e depois eu vou partir'. E, estranhamente, vimos isso acontecer", recorda-se Morgan.

Mas e quanto a arrependimentos? Há muitos? Ou os pacientes deixam isso para trás?

Direito de imagem BBC SPORT Image caption - Às vezes, os pacientes querem só tomar seu drink favorito uma vez mais, conta a enfermeira Jervis

"Lembro de uma pessoa me dizendo que a vida é muito curta e que devemos fazer o que nos deixa felizes", afirma Jervis.

A enfermeira Morgan diz que é muito comum as pessoas nesta situação pensarem em suas aposentadorias.

"Com frequência, as pessoas trabalharam muito, determinaram uma data para se aposentar e pensam que ficaram doentes justo neste momento e não tiveram tempo suficiente para aproveitar e fazer as coisas que gostam"

Lowe se lembra de sobre um episódio que ocorreu há pouco tempo com ela: "Uma coisa que foi dita para mim bem recentemente é que o processo de morrer não é como na TV ou no cinema".

'Boa morte'

Por sua vez, Jervis diz acreditar ser possível ter uma experiência que pode ser descrita como "uma boa morte". "A comunicação é essencial", afirma.

Image caption - Lowe se recorda de um paciente que disse: 'O processo de morrer não é como na TV ou no cinema'

Massey concorda: "Isso pode significar não sentir dor, ter a família ao lado, pode ser o local onde querem morrer".

As enfermeiras têm alguns conselhos que acreditam que podem ajudar neste que é o único momento inescapável da vida: a morte.

"Se há algo que você quer fazer, corra atrás disso", diz Jervis.

"Falamos de todos os outros assuntos hoje em dia, mas viver também significa falar sobre a morte. Quais são seus objetivos na vida? O que é importante para você?", afirma Massey.

A enfermeira Beeson fala que seu trabalho acabou por completo com seu medo da morte e mudou sua postura diante do assunto. "Falo disso abertamente com a minha família", diz.

"Precisamos planejar com antecedência os cuidados que receberemos."

Fonte: BBC Brasil

Antigamente


Um jovem perguntou: 

"Vovô, como você viveu antes?
- Sem tecnologia,
- Sem aviões,
- Sem internet,
- Sem computadores,
- Sem tv’s de plasmas ou led,
- Sem ar condicionados,
- Sem carros,
- Sem celulares, tablets, notebook e laptop? "

O vovô respondeu:

“Como a sua geração vive hoje:
Sem oração,
Sem compaixão,
Sem honra,
Sem respeito,
Sem vergonha,
Sem esforço,
Sem responsabilidades,
Sem modéstia”

Nós, as pessoas nascidas no século passado, somos abençoados.

Nossa vida é prova viva.
Enquanto jogamos e andamos de bicicleta, nunca usamos capacetes.
Depois da escola, jogamos até o anoitecer no bairro, sem medo.
Nós tocamos com amigos reais, não com amigos da internet.
Se tivéssemos sede, bebíamos água da mangueira, não engarrafados.
Não havia perigo de compartilhar o mesmo copo de suco com quatro amigos.
Não ganhamos peso comendo fast-food.
Também não havia nada de errado em andar com os pés descalços.
Nunca usamos um suplemento para nos mantermos saudáveis.
Nós costumávamos criar nossos próprios brinquedos e brincar com eles.
Nossos pais não eram ricos. Eles deram amor, não coisas materiais.
Nós não possuímos telefone, celulares, DVDs, Play Station, Xbox, videogames, computadores pessoais, internet, WhatsApp, nós tínhamos amigos reais.
Visitamos a casa de nossos amigos sem terem sido convidados e apreciamos a refeição com eles.
Os membros da família moravam nas proximidades para aproveitar o tempo em família.
Podemos estar em fotos em preto e branco, mas você pode encontrar memórias coloridas nessas fotos.
Somos uma geração única e mais compreensiva, porque somos a última geração que ouviu seus pais, avós e tios. Também respeitamos os pais, professores, pessoas mais velhas, e até mesmo o pastor da igreja.

Somos uma edição LIMITADA! Todos os dias somos menos. Aproveite enquanto você pode.
Aprenda conosco.
E tenha em mente que, nos levou muito trabalho para construir este país que hoje está sendo destruído!

Autor desconhecido

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Um recado de Denzel Washington para você:

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Um oásis no meio do inferno

Voluntário difunde método de prisões humanizadas exportado para 19 países

Renato Stockler/Folhapress

Os termômetros marcam 35°C numa tarde de agosto em Timon, interior do Maranhão. Indiferentes ao calor, 50 homens condenados por crimes tão diversos quanto homicídio, roubo, estupro e tráfico de drogas entoam um hino, a plenos pulmões.

"Tire essa algema da mente, levante a cabeça e siga em frente. Diferente de antes, me sinto um humano, capaz de aprender a amar. Abra sua mente e ouça o que diz essa canção. Na Apac eu tive minha última chance. Estou em recuperação."

A cantoria celebra a entrega de diplomas de cursos profissionalizantes concluídos pelos presos da Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac), onde cumprem pena numa rotina rígida de palestras, cursos e jornada de trabalho.

O local não tem armas nem policiais ou carcereiros, e são os próprios internos, ali chamados de recuperandos, que guardam as chaves das celas.

Sentados diante do coral, o juiz de execuções penais, o promotor e os defensores públicos da cidade batem palmas no ritmo da música, ao lado do mineiro Valdeci Ferreira, 55, o grande artífice daquela cena.

Há 33 anos, Ferreira adotou a recuperação de criminosos como missão de vida. Sua devoção, que ele atribui a um chamado divino, multiplicou as Apacs, de uma unidade para 48, espalhadas por cinco Estados do país, que reúnem cerca de 3.500 recuperando. Elas são coordenadas pela Fbac (federação das Apacs), entidade que criou para disseminar e fiscalizar uma metodologia inovadora de humanização do sistema prisional.

Na cerimônia de Timon, os olhos satisfeitos de Ferreira ficam especialmente interessados nos 11 homens que ocupam, um tanto perplexos, o último banco do salão apinhado.

Eles haviam acabado de ser transferidos da penitenciária local. E o contraste não poderia ser maior.

Horas antes, ocupavam celas lotadas e insalubres, numa rotina de ócio, drogas, tensão e hostilidade entre facções.

Foi essa combinação perversa que fez o Estado do Maranhão chocar o país em 2013, quando 62 presos foram brutalmente executados no presídio de Pedrinhas (MA), muitos deles decapitados. O episódio, de repercussão internacional, seria o prenúncio de outras barbáries e crises do sistema penitenciário nacional, o quarto maior do mundo.

"Os presídios são desertos de miséria e sofrimento. O Estado está ausente, e as facções ocupam este espaço. A sociedade, ferida por essas pessoas, esquece que aqueles abandonados atrás das grades uma hora voltam para o convívio social, e voltam piores", alerta Ferreira.

As Apacs são pequenos oásis. "Aplicamos a pedagogia da presença e caminhamos junto com aquele que cometeu o delito, oferecendo uma chance de mudança de vida", explica, entre as grades ali usadas também como suporte para vasos de plantas.

O CHAMADO

Presenciar a chegada de novos recuperandos é uma emoção que sempre remete ao impacto da primeira vez que o presidente da Fbac colocou os pés em uma cadeia e que mudaria sua vida para sempre.

Criado em uma família religiosa e envolvido em obras sociais da Igreja Católica, o metalúrgico de 21 anos vivia em Itaúna (MG), onde conseguira emprego para ajudar os pais a construírem a casa própria.

Nas horas vagas, escrevia e encenava peças de teatro amador em asilos, creches e hospitais. Numa dessas apresentações, foi convidado por um grupo cristão de jovens para visitar a cadeia local.

"O lugar era escuro, o cheiro era forte. Não tinha pátio para banho de sol, e os presos ficavam atrás das grades durante a visita, sem poder abraçar seus parentes", lembra.

A penumbra das celas aos poucos revelou rostos imberbes como o dele. "Só que eram jovens desfigurados, tristes e sem esperança. Pessoas apodrecendo em vida. Aquilo tudo me impactou profundamente."

Com misto de incômodo e impotência, na manhã seguinte, como de hábito, Ferreira abriu a Bíblia aleatoriamente em busca de uma mensagem para o dia. Era Mateus 25:36, onde se lia: "Estive na prisão e fostes me ver". No outro dia, deu Hebreus 13:3: "Lembrai-vos dos presos como se estivésseis presos com eles". E no dia seguinte, e no outro e no outro, sempre passagens com referências a presos e ao cárcere.

"Achei que estava ficando louco. Ou seria Deus falando comigo? Eu dizia: 'Deus, eu não dou conta desse desafio, não.'"

Perturbado, ele resolveu procurar o padre. "Abrimos a Bíblia juntos e veio Mateus 25:43, que diz 'enfermo e na prisão, não me visitastes'. Entendi que era mesmo um chamado. E desde então não fiz mais nada na vida a não ser cuidar de preso."

RESISTÊNCIA

Ferreira encontrou resistência ao trabalho com detentos por todo lado, inclusive em família. Traumatizados pela violência sexual sofrida por uma de suas irmãs aos seis anos de idade, os parentes não toleravam sua dedicação aos presos.

"Uma imagem que marcou a minha infância foi a de meu pai percorrendo a cidade de noite com um porrete na mão atrás daquele que havia machucado a minha irmã", recorda-se.

Ao longo dos anos, ele receberia ameaças de morte recorrentes e respondeu a 17 ações judiciais movidas pelo Ministério Público mineiro, questionando a sua atuação a favor dos encarcerados. "Eu me tornei advogado para poder me defender dessas perseguições", relata. "Tive todos os motivos para abandonar o barco. Mas nada me demoveu da minha crença inabalável na recuperação do ser humano."

RENÚNCIA

Testemunhos não faltam. E Daniel Luiz, 33, é um dos muitos garotos-propaganda do método baseado em 12 elementos.

Líder de uma gangue, o mineiro de São João del Rei respondeu a 27 processos e foi condenado a 37 anos de cadeia por homicídios e assaltos a banco. "Tenho ciência dos crimes que cometi e das vidas que não posso trazer de volta. Então, o melhor que eu pude fazer foi me tornar um pai de família, um trabalhador e um pagador de impostos", diz. "A estrutura e o método da Apac me deram essa oportunidade."

Hoje, Daniel é inspetor da Fbac, e acompanhou o chefe à Itália -uma das 30 viagens que Ferreira fez ao exterior para apresentar seu trabalho. "O mundo quer saber como funcionam essas engrenagens."

A ausência de rebeliões, violência ou mortes, a redução das fugas e do custo por preso e a diminuição dos índices de reincidência de 85% (média do sistema prisional comum) para entre 20% e 28% tornaram o método um produto de exportação brasileiro.

Hoje, há Apacs em 19 países das Américas, Europa e Ásia, e são raros os meses em que Ferreira não receba delegações estrangeiras.

Em matéria de prestígio internacional, no entanto, nada vai superar o fato de ele ter sido recebido pelo papa Francisco, a quem entregou prendas produzidas pelos recuperandos. "Foi muito emocionante."

Lépido e risonho, de gestos firmes e olhar decidido, Ferreira se casou com as Apacs desde que conheceu a primeira em São José dos Campos (SP), fundada em 1972 pelo advogado Mário Ottoboni, 74, e que já não existe mais. 

Não foi pequeno o preço cobrado pela renúncia pessoal para se tornar o discípulo desta filosofia. "Nunca mais tive emprego formal, e devo terminar meus dias em algum asilo. Meu patrimônio é o mesmo de 33 anos atrás. E passei mais tempo com os presos que com meus próprios pais e irmãos", diz o empreendedor social, que criou uma espécie de franquia de unidades prisionais humanizadas.

"Com isso, acabei abdicando da expectativa de constituir uma família e de ter filhos biológicos", completa, com a voz embargada. "Só que minha missão tem muitos méritos: quando ajudamos alguém a se levantar, nós somos e seremos os grandes beneficiários." E alguns dos filhos pródigos de Ferreira, naquela tarde no Maranhão, encenaram a parábola bíblica que melhor descreve a sua luta. 

Fonte: Folha

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Quando a humanidade está acima de qualquer coisa!

Motorista de ônibus muda trajeto e 15 estudantes chegam a tempo para o Enem

Estudante posta agradecimento a motorista que 'salvou' candidatos do Enem em grupo do Facebook em São Carlos (Foto: Arquivo/ EPTV e Reprodução/ Facebook)

A atitude de um motorista de ônibus ajudou pelo menos 15 estudantes a chegar a tempo para fazer a prova do Enem na Unicep, em São Carlos (SP), no domingo (5). Ele mudou o trajeto habitual para deixar os candidatos na porta do local. Uma estudante postou um agradecimento no Facebook.

Agradecimento

Na postagem, Angellita Silva disse que ela e outros candidatos esperavam o ônibus para ir ao local de prova. "Então passou um Arnon de Mello linha 41, o ônibus não iria até a Unicep, só até a Associação Desportiva da Polícia Militar (ADPM). Só que pra não chegarmos atrasados o motorista esticou até lá. Eu queria muito agradecer esse motorista. O nome dele é Geraldo! Queria dizer que nesse mundo tão desumano, encontrar pessoas como ele que faz o bem pelo ser humano sem obrigação nenhuma , enche a gente de esperança. Muito obrigada de verdade!", escreveu.

Estudantes chegaram a tempo para o primeiro dia do Enem em São Carlos (Foto: Raquel Baes/ G1)

O motorista Geraldo Casalli, de 53 anos, conversou com o G1 e disse que ficou contente com o reconhecimento, mesmo sabendo que não poderia ter mudado o trajeto habitual.

"Eu pensei: ‘vou levar eles lá’, porque eles já estavam atrasados. Eles pegaram comigo era 12h20, aqui na Carlos Botelho, perto da Santa Casa. Fui subindo a Miguel Petroni, foi entrando mais gente, aí chegamos lá em cima era 12h30 [ADPM], ai eu dei uma esticadinha até lá [Unicep]", afirmou.

Ele disse que os estudantes comemoraram a chegada a tempo no local de prova. "Pularam dentro do ônibus, ficaram contentes para caramba, mas eu fiz isso escondido da empresa. Se eu não ganhar advertência por isso, está bom”, disse.

Suzantur

Em nota, a empresa Suzantur informou que considerou a atitude do motorista louvável e que a mudança não prejudicou o serviço. Ele está na empresa há 9 meses e é considerado um bom funcionário.

"Como no ônibus havia cerca de 15 pessoas que iriam fazer a prova no Enem na Unicep e sendo que os portões se fechariam às 13h, o motorista, em uma atitude altruísta, resolveu seguir por mais três quarteirões, deixando os estudante na rotatória do Unicep, sem prejudicar, de forma alguma, a rota de retorno", afirmou no comunicado.

Fonte: G1

Oração de proteção a São Miguel Arcanjo

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Sem palavras...

Nem tudo que parece é.

Não caia nessa armadilha. Seja sincero, com você e com o mundo!

domingo, 5 de novembro de 2017

Vumbora malhar gente!

Não existem barreiras!

sábado, 4 de novembro de 2017

Há muito mais pessoas fazendo o bem no mundo!

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Schwarzenegger aprontando!

Mais dos incríveis ninjas!

O mundo não está perdido!

Adolescentes encontram sacola com R$ 20 mil na rua e devolvem ao dono em Faxinal, no norte do Paraná

Quatro amigos, com idades entre 14 e 15 anos, voltavam do colégio onde estudam em Faxinal, no norte do Paraná, após o fim da aula, quando um deles resolveu chutar uma sacola que estava no chão, há duas quadras da escola. Mal sabiam eles que dentro tinha cerca de R$ 20 mil, que foram perdidos pelo dono de uma rede de mercados.

"Na hora eu nem pensei [no que pudesse ser], porque direto a gente sai chutando pedra. Mas o chute deu sorte. Era muito dinheiro", conta o estudante Vitor Hugo Oliveira de Jesus, de 15 anos. "Ficamos muito surpresos. Não é normal estar andando e encontrar esse valor", diz João Levy Cassarotti, de 14 anos.

Era tanto dinheiro na sacola que os jovens disseram que não tinha como contar. Diante da situação, eles recordam que guardaram a sacola em uma mochila e ligaram para os pais para tentar encontrar quem havia perdido a quantia.

Gabriel Brandão, João Cassarotti, Gustavo Del Grande e Vitor de Jesus na calçada onde encontraram a sacola com dinheiro. (Foto: Honório Silva/RPC Maringá)

Enquanto tentavam encontrar o dono, o proprietário da rede de mercados, Fábio Severini, já estava desesperado com a sacola perdida.

"Quando cheguei na minha outra loja para fazer os pagamentos, me dei conta de que estava só com as contas, sem o dinheiro. Bateu aquela preocupação, porque quem vai devolver dinheiro nos dias de hoje, né?", recorda.

A situação aconteceu no dia 19 deste mês. No mesmo dia, o dinheiro foi devolvido para o dono. Mas ele encontrou os garotos pela primeira vez nesta terça-feira (31).

"Eu desejo que eles continuem sendo essas pessoas, tendo essa atitude, e que encontrem muito mais coisas na vida."

Como recompensa, os adolescentes receberam R$ 200 para dividir. "Deu para comer um lache", diz Vitor, aos risos. Mas, quando tiveram noção da quantia, ele confessa que chegaram a fazer as contas para ver o que daria para comprar com os R$ 20 mil.

"Nós gostamos muito de moto. Aí pensei que daria para comprar umas motos de trilha. Mas não era nosso, né? A gente tinha que devolver", diz o jovem.

Para Gustavo Henrique Del Grande, de 15 anos, ter devolvido o dinheiro foi a melhor escolha. "Se a gente tivesse pegado R$ 5 mil para cada um, a gente não estaria vivendo essa alegria de estar todo mundo elogiando a gente", avalia.

Já Gabriel Dias Brandão, de 15 anos, recomenda para outras pessoas a atitude que tiveram.

"É para servir de exemplo para os governantes. Não dá para pegar o que não é nosso", destaca.

Fonte: G1