sábado, 30 de setembro de 2017

Curtindo a Vida Adoidado

Em 2016 o clássico "Curtindo a Vida Adoidado" celebrou 30 anos desde a estreia. E para comemorar, os fãs de Ferris Bueller pararam Chicago e recriaram este dia inesquecível, com direito aos atores do filme, locais reais e a parada clássica tocando Beatles!

Veja como foi a Ferris Fest:

 

 Se você ainda não assistiu o filme, não sabe o que está perdendo.

Bons tempos!

Night Fever - Bee Gees - Filme Os Embalos de Sábado à Noite (1977)

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

O mundo ainda tem jeito...

 Sir Rod Stewart & Amy Belle - "I Don't Want To Talk About It"

O importante é ser feliz!

Gleyfy Brauly, o cover mais famoso da internet, ganha elogio de baterista do Pink Floyd


Você já deve ter visto ele por ai. Conhecido nas redes por cantar clássicos do rock em um “embromation” perfeito, o piauiense Gleyfy Brauly ganhou o que todo músico sonha: um elogio do ex-baterista do Pink Floyd, Nick Mason. O músico compartilhou nas redes sociais um vídeo de Gleyfy interpretando (com personalidade) o clássico “Another Brick in the Wall (Part 2)”, do disco “The Wall”, lançado pelo grupo inglês em 1979.


“Quando você soa tão bem assim você nem precisa saber a letra”, escreveu o músico sobre o vídeo que viralizou. Diversos fãs brasileiros do Pink Floyd comentaram no post do britânico. “Quando a grandeza de um ídolo é tão gigante que ele consegue entender o que nós não conseguimos”, escreveu uma seguidora da banda.

O brasileiro retribuiu o carinho do baterista nesta terça-feira (12): “A opinião que você respeita. Sábias palavras grande Nick Mason. Vida longa a todos que curtem a boa música”.

Gleyfy é morador de Altos, no Piauí, e ganhou repercussão pela participação no programa “Cidade Viva”, da TV Cidade Verde (afiliada do SBT).

Sobre o fato, Gleyfy disse: “Os fãs são mais rápidos que eu, eles que me avisaram, eu fiquei muito emocionado quando soube”.

O seu nome artístico desperta muita curiosidade. Segundo ele, as pessoas sempre querem saber a origem e explicou que Gleyfy foi um compadre que batizou e Brauly foi sugerido por uma fã. “É complicado mas já está na boca do povo”, completou o tecladista no programa.

Ex-operador de máquinas, Gleyfy começou a carreira musical como instrumentista e foi guitarrista de bandas conhecidas como Requinte e banda Um. Atualmente, canta e toca teclado.

O repertório do artista é eclético. “Toco de tudo! Rock, pop, reggae e até macumba”, brincou. Em breve ele lança o seu novo CD, o quarto da carreira solo.

*Fonte: UOL

Gleyfy Brauly também destaque no Fantástico:


Já era muito fã do Pink Floyd, agora muito mais!

Toda crise passa...

A Coca-Cola sempre nos brinda com ótimas propagandas. 

Caçador de ratos!

Esse é corajoso!

Não use celular ao volante

Batman

Os super-heróis existem, e estão entre nós!

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Momento "fofura". Mia e Cacau

Conheça as cachorras do interior de São Paulo que aprenderam a comprar a própria ração

Mia e Cacau são duas labradoras que não precisam muito da ajuda dos humanos. Elas são tão independentes que vão sozinhas ao pet shop para comprar a ração que comem. Elas levam a carteira, cumprimentam o vendedor, abocanham o saco de ração e voltam para casa. Duvida? Então confira no vídeo!

Fonte: facebook.com/VoluntarioAnimal/




quarta-feira, 27 de setembro de 2017

"Sem medo, sem dublê e sem igual"

Mister Jackie Chan é um dos meus artistas favoritos. 
O site Incrível.club fez uma pequena homenagem a este grande ator, e nós compartilhamos com muito gosto.


terça-feira, 26 de setembro de 2017

Marido obediente


O marido chega da igreja, pega a mulher no colo e começa a dançar com ela.

A esposa pergunta: 

- A missa hoje foi sobre como tratar bem as esposas? 

Ele responde: 

- Não. Foi como carregar nossa cruz com alegria!

O velório está ocorrendo na paroquia.

domingo, 24 de setembro de 2017

Sempre acredite, nunca desista!

De origem humilde, cientista brasileira se tornou PhD em Química

Joana D’Arc de Souza, que se formou em Harvard, chegou a passar fome; hoje faz pesquisas de ponta e tem 15 patentes registradas

À direita, Joana Félix em seu trabalho no laboratório: pele artificial para queimaduras, colágeno para osteoporose, fertilizantes e filtragem com escamas de peixe - Lindomar Cailton / Divulgação/

FRANCA - A fala doce, baixinha e de sotaque carregado já dá a pista. Aquela mulher de aparência frágil, de não muito mais que um metro e meio de altura tem o dom de contornar obstáculos. De família pobre de Franca, no interior de São Paulo, a professora de Química Joana D’Arc Felix de Souza, de 53 anos, estudou em apostilas emprestadas e, muitas vezes, dormiu com fome quando morava em Campinas, onde fez graduação, doutorado e mestrado na Unicamp. De lá, partiu para os Estados Unidos, onde concluiu o pós-doutorado na Universidade de Harvard. A vida lhe pregou uma peça, e ela precisou voltar ao Brasil, onde, desde 2004, faz pesquisa de ponta com alunos do ensino médio na Escola Agrícola de sua cidade natal. De lá para cá, em parceria com os estudantes, ela registrou 15 patentes nacionais e internacionais.

Essa história surpreendente começou quando Joana tinha apenas 4 anos e acompanhava a mãe, empregada doméstica, ao trabalho.

— Tive a oportunidade de começar a estudar bem cedo porque minha mãe era empregada doméstica — diz ela.

Se você procura alguma lógica nessa frase, esqueça. Poucas coisas na vida de Joana seguem o rumo “esperado”.

— Para eu ficar quietinha, minha mãe me ensinou a ler o jornal que chegava à casa. Eu tinha uns 3 anos. Um dia, a patroa da minha mãe, que era diretora de uma escola do Sesi, me viu com o jornal e perguntou se eu estava vendo as figurinhas. Eu falei que estava lendo — conta.

A patroa da mãe deu um texto para Joana ler. Impressionada, pediu autorização para a pequena frequentar a escola por uma semana. Se ela acompanhasse, ganharia a vaga.

— E deu certo. Eu comecei a 1ª série do ensino fundamental com 4 anos. Sem estudo, minha mãe foi minha primeira professora. Ela tinha até a 4ª série do primário. E meu pai, a 5ª série — conta.

Joana concluiu o ensino médio e decidiu que faria Química.

— Minha família morava numa casa no curtume em que meu pai trabalhava. O químico do curtume usava um jaleco branco. Desde pequena, eu era apaixonada por aquele jaleco e dizia: “Quero usar um desses”. No 3º ano do ensino médio, uma professora explicou o que era o vestibular e ofereceu apostilas de cursinho. Passei para Química nas três estaduais de São Paulo: Unicamp, USP e Unesp.

Lembranças de tempos difíceis
Joana escolheu a Unicamp, em Campinas. Com a ajuda do pai e do patrão dele, foi morar num pensionato. O dinheiro era contado para o transporte e uma refeição ao dia no bandejão da universidade.

— Eu guardava o pãozinho para ser o meu jantar. Às sextas, pedia mais pães para o fim de semana. Eu via as meninas comprando sorvete e pensava: “Um dia, eu também vou conseguir”.

Joana conta sobre essa fase da sua vida sem nenhum traço de amargura:

— Passei fome, mas decidi que ia vencer pelos estudos. Meu pai sempre dizia: para atingir seus objetivos, tem que passar pelo sacrifício. A gente que não nasceu em berço de ouro tem que arregaçar as mangas. Se você desistir, nunca vai chegar lá.

E ela chegou. Ao terminar o doutorado na Unicamp, recebeu um convite para fazer pós-doutorado em Harvard. Seu orientador sugeriu que ela levasse um produto nacional para estudar. O pai deu a ideia de trabalhar com resíduos do curtume, um passivo ambiental importante para Franca, a capital do calçado. A indústria coureira local gera 218 toneladas de resíduos por dia.

Joana estudou inglês em livros com CDs vendidos em bancas de jornal e partiu para Boston. Desde então, os resíduos de curtume são sua matéria-prima. A partir dessa lama, desenvolveu uma pele artificial para ser usada em queimaduras; colágeno para o tratamento de osteoporose e osteoartrite; cimento ósseo para reconstituir fraturas; fertilizantes; um sistema de filtragem com escamas de peixe e várias tecnologias que já estão sendo transferidas para a indústria. Mas toda essa produção não teve os laboratórios de Harvard como pano de fundo, e sim bancadas simples de cimento no curso técnico de curtimento da Escola Agrícola de Franca, do qual Joana é coordenadora.

— Minha intenção era terminar o pós-doutorado e ficar nos Estados Unidos. Mas, quando estava com um ano e meio de curso, minha irmã morreu. Um mês depois, meu pai também teve um enfarte fulminante. E minha mãe ficou com meus quatro sobrinhos, então com 2 meses, 1, 3 e 4 anos. Terminei o curso e, em 1999, voltei ao Brasil para ajudar minha mãe, que estava doente. Perdi o chão.

Joana passou a ser assessora científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e fez concurso para professora na Escola Agrícola Técnica Professor Carmelino Corrêa Júnior, onde a maioria dos alunos é como ela, de origem humilde. Sua chegada revolucionou o colégio. Com bolsas da Fapesp, implantou a iniciação científica, o que melhorou a estrutura dos laboratórios.

— Ela tem o dom de ser uma cientista extraordinária e agregar as pessoas no desenvolvimento da ciência. Com toda a sua simplicidade, envolve os alunos e os instiga a buscar soluções para problemas reais, por meio da química — diz o diretor da escola, o professor Cláudio Ribeiro Sandoval, de 61 anos.

A pedagoga Roberta Real Suaroz, de 33 anos, uma das bolsistas de iniciação científica de Joana na Escola Agrícola, guarda na memória a paciência e a persistência da professora:

— Nunca a vi perder a calma. Meu projeto com pele de jacaré não dava certo e ela dizia: “Você tem que fazer dar certo e, se tiver que tentar mil vezes, faça mil vezes”.

Além das 15 patentes, Joana desenvolve cerca de 20 projetos.

— Com uma aluna de 14 anos, começamos a pesquisar um tecido antimicrobiano para combater infecção hospitalar. Este ano, pela segunda vez, fomos apresentar projetos premiados na Genius Olympiad, em Nova York. — Não é necessário estar numa universidade para desenvolver pesquisa de ponta.

sábado, 23 de setembro de 2017

No amor não existem barreiras!

Fiquei muito fã desse casal!

Inspiração: este homem tetraplégico malhando com a namorada vai lhe emocionar...

A musa fitness Jessica Arevalo, de 31 anos, encontrou no namorado, o jogador de pôquer profissional Garrett Greer, também de 31 anos, seu parceiro de malhação ideal. Mas, as altas doses de inspiração das imagens a seguir não vêm só do fato de que os dois se apoiam em suas respectivas rotinas de exercícios — mas também do fato de que Garrett se mostra determinado a não ficar parado e cuidar de sua saúde mesmo com os desafios que ser tetraplégico lhe oferecem.


Garrett perdeu os movimentos das pernas e de algumas partes localizadas do tronco em 2010, após quebrar o pescoço. Ele e Jessica começaram a namorar no ano passado e, desde então, se exercitam juntos — ganhando fãs dos apaixonados por fitness mundo afora a cada vídeo que postam mostrando parte dos treinos. "Eu me sinto bem me mantendo ativo. É legal quando ela chega e me encontra no meio dos exercícios e até corrige minha postura", disse à revista Cosmopolitan americana.


Quando não estão em Las Vegas, onde Garrett trabalha por alguns meses por ano, durante as temporadas de pôquer, o casal mantém um ritmo regular de atividades físicas cinco vezes por semana. Jessica, que entrou para o mundo do body building aos 20 e tantos, já participou de 33 competições do gênero e tem mais de 2,6 milhões de seguidores no Instagram, é quem incentiva Garrett a postar suas conquistas na rede também.


"Eu trabalho em cima do que posso fazer, mas testo meus limites. Você não consegue saber quais funcionalidades recuperou se não tentar se mexer", diz sobre a possibilidade de voltar a andar ou até recobrar alguns movimentos. Sobre isso, aliás, Jessica escreveu no Instagram: "Eu acredito que ele seja totalmente perfeito do jeito que é!".

Abaixo um vídeo feito pelo pessoal do Ok Garotas (facebook.com/OkGarotasBlog/):


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Que exemplo de amor!

Serralheiro constrói com as próprias mãos uma carruagem para a festa de 15 anos da filha!

Este homem mostrou o que um pai é capaz de fazer pela felicidade de sua princesa.


sexta-feira, 15 de setembro de 2017

O velhinho e o urologista


O velhinho entrou num prédio para se consultar com o urologista.

Porém se enganou de andar e foi parar num escritório de advocacia.

Entrou e foi dizendo pro advogado.

- Doutor, estou com o ovo esquerdo doendo.

O advogado respondeu:

- Desculpe, o senhor se enganou, eu sou formado em Direito.

- Porra! Que absurdo! Vai ser especializado assim na puta que o pariu! Agora tem um médico pra cada ovo!!!

Quando a honestidade vem de berço...

A atitude de um motorista da Uber que emocionou a internet

(Ana Beatriz Oliveira/Facebook)

Uma dor de garganta que fez com que a estudante Ana Beatriz Oliveira entrasse no carro de João Luis Lima, motorista da Uber desde fevereiro. A corrida, que a levou de sua casa ao posto de saúde, durou 15 minutos e custou R$ 12. Encantada com a simpatia do motorista, a avó de Ana Beatriz, Maria Cristina, resolveu dar uma gorjeta. Surgia um viral daqueles de “recuperar a fé na humanidade”, que foi curtido por mais de 782 mil pessoas.

“Minha avó pegou na carteira 10 reais e viu duas notas azuis enroladas. Como achou que eram duas notas de R$ 2, entregou-as ao motorista”, conta a menina. O problema é que ela não percebeu que estava dando a João, na verdade, duas notas de cem reais. O dinheiro era o que havia sobrado de sua aposentadoria mensal.

João Luis Lima, o motorista, diz que não conferiu o dinheiro pois ficou sem graça com a bondade da senhora. “Ela me disse ‘pode ficar com o troco’, e me entregou o dinheiro. Quando eu peguei, vi que tinha uma nota de R$ 10 por fora, enrolando duas outras notas azuis por dentro. Como fico envergonhado de conferir a quantia quando me dizem para ficar com o troco, só agradeci e parti para outra corrida”, disse o motorista.

#VirouViral.
Quando João teve de dar troco a um casal, percebeu que tinha mais dinheiro que deveria. “Vi duas notas de cem e logo lembrei da senhorinha. Saí correndo direto, com medo de não encontrá-las. Quando cheguei, vi que estavam na fila para o atendimento. A reação delas foi muito interessante, pois não acreditavam que eu estava devolvendo o dinheiro”, conta ele.

“Minha avó disse a ele: ‘quem devolveria esse dinheiro?’. O que mais me tocou foi que ele respondeu a ela que a quantia não era dele, e que, portanto, deveria retornar ao dono. Não nos deparamos sempre com uma atitude dessas”, afirma a carioca.

O gesto de João gerou uma grande comoção das redes sociais – que chegaram a impedi-lo de trabalhar no sábado e domingo graças ao grande número de mensagens que recebeu. A publicação de Ana Beatriz em seu Facebook tem, até o momento, mais de 83 mil comentários e 110 mil compartilhamentos. “Eu era instrutor de treinamentos em uma empresa de transportes e sempre ensinava que devemos ser éticos. Devolver aquele dinheiro era algo natural para mim, por isso nunca esperei que essa atitude fosse ter essa repercussão”, afirma.

Ele não reclama, no entanto, dos seus “15 minutos de fama”, porque vê no viral uma chance de voltar a fazer o que sempre gostou na empresa onde trabalhava.

“Eu comecei como motorista e fui promovido. Mas a crise fez com que eu perdesse meu emprego e, por isso, voltei a dirigir caminhão. Eu faço esse trabalho até às 18h e, depois, começo as corridas na Uber para ganhar uma renda extra. Quem sabe essa não é a minha chance de voltar ao meu antigo emprego?”, questiona João esperançoso.

Fonte: Veja

terça-feira, 12 de setembro de 2017

O ser humano é maravilhoso!

Após vice se negar a herdar vaga, time da Paraíba recebe dobro da meta de doações
História de atletas carentes de Caiçara que estavam sem poder viajar para Curitiba mobiliza o Brasil. Campanha recebe doações de todos os estados do país e excedente vai ser investido no projeto social

Arrumem as malas. Preparem-se para voar pela primeira vez. Para o alto. Para longe. Para onde nunca antes sonharam ir. A viagem está para começar. E o destino é Curitiba, que a partir de 15 de setembro vai se transformar na capital brasileira do desporto escolar. Sim, meninos do basquete masculino da Escola Municipal João Alves, de Caiçara (cidade paraibana com apenas sete mil habitantes e localizada a 132km de distância da capital João Pessoa). Vocês não vão ficar de fora.

As passagens aéreas estão garantidas. Hotéis e alimentação igualmente. Roupa de frio, material de treino, itens de higiene pessoal. Tudo comprado de forma coletiva graças a centenas de pessoas espalhadas por todos os estados do Brasil e até do exterior que se sensibilizaram com a história da equipe pobre que não tinha dinheiro para viajar e que vinha sendo ajudada pelos próprios “rivais”: os derrotados da final dos Jogos Escolares da Paraíba que se negavam a herdar a vaga na edição nacional dos Jogos Escolares da Juventude na categoria de 12 a 14 anos.

Nove atletas, um técnico e um assistente técnico: todos pobres, carentes, que vão viajar para realizar o sonho de participar dos Jogos Escolares da Juventude (Foto: Divulgação / José Edson Francisco)

A história foi contada neste domingo pela reportagem do GloboEsporte.com e rapidamente ganhou o país. O time da escola municipal, que reúne atletas pobres de um projeto social de Caiçara, venceu o Colégio Motiva, de João Pessoa, na grande final da competição estadual de basquete. Placar de 31 a 19 que garantia o time do interior paraibano na edição nacional dos Jogos Escolares. Só que, sem dinheiro, o time de Caiçara desistiu da viagem. Avisou os vice-campeões da decisão na última sexta-feira. Mas ao invés de herdar a vaga, os pais dos alunos do Colégio Motiva (escolar particular de João Pessoa) iniciaram uma campanha nas redes sociais para arrecadar o dinheiro que viabilizaria a viagem dos campeões.

A ideia era arrecadar seis mil reais para levar os meninos de ônibus. A campanha começou na sexta-feira. E em um dia, eles tinham arrecadado quatro mil reais. Faltava um pouco mais. Depois que a reportagem foi publicada, na tarde de domingo, a coisa saiu de controle. A primeira meta foi atingida em menos de uma hora. Os organizadores da campanha ampliaram a meta: quinze mil reais para levá-los de avião. Mas, em pouco mais de seis horas da publicação da matéria, o valor já passara de R$ 25 mil. E a previsão é que chegue a R$ 30 mil até o final do dia.

- Estamos atordoados. Estamos vivendo uma coisa totalmente nova. Não consegui trabalhar hoje. Tive que fechar o meu escritório para resolver a demanda de ligações e doações. Mobilizamos pessoas de todo o mundo. Uma única pessoa, de São Paulo, que eu nem mesmo sei quem é, doou R$ 500 – declara Tarik Pereira, um dos organizadores da campanha.

Com a foto dos times campeões e vice-campeões, Tarik Pereira anuncia que a meta da campanha foi alcançada (Foto: Reprodução / Facebook)

Ele completa, emocionado:

- A gente não precisa mais de nenhum centavo do poder público. Todos os gastos com passagens aéreas, alimentação e hospedagem estão garantidos. E ainda vai sobrar um saldo remanescente para outros gastos do projeto social. Já estamos pensando em adquirir material esportivo para os atletas e guardar algum dinheiro para outras competições – explica Tarik, extasiado.

Simplesmente, eles receberam doações de todos os estados brasileiros, sem exceção. E algumas do exterior.

- O objetivo foi alcançado. Agora, a preocupação vai ser prestar conta de tudo o que foi gasto. Queremos passar credibilidade ao movimento. Vamos investir tudo no próprio projeto social – completou.

Tarik Pereira explicou que recebeu também muita ligação de políticos, querendo ajudar, mas destacou que lhes foram negados qualquer holofote.

- Dissemos a todos os políticos que nos ligaram que eles poderiam doar qualquer valor como pessoa física. Mas o movimento era apartidário. Não queríamos nos vincular com nenhum lado.

Equipe de basquete do Motiva abriu mão de herdar vaga para honrar o time que venceu dentro de quadra (Foto: Reprodução / Facebook)

Agasalhos e kits de higiene
As doações não ficaram no dinheiro. Dois grupos de mães de estudantes do Colégio Motiva estavam mobilizados em duas outras frentes: a arrecadação de agasalhos, para proteger a meninada do frito paranaense; e a compra de kits de higiene pessoal, já que os meninos não teriam dinheiro para nenhum desses itens.

- Já conseguimos tudo o que eles precisavam. Recebemos doação de vários agasalhos. E uma empresa doou bolsas com material de higiene pessoal para todos os meninos, composta cada uma com xampu, condiconador, pasta e escova de dente, entre outros – prossegue Tarik.

Caiçara vai jogar por todos
Técnico do time da escola de Caiçara, José Edson Francisco está completamente impactado. Ele diz que desde o domingo à tarde, quando a reportagem foi ao ar, vem recebendo uma incrível quantidade de mensagens via WhatsApp, de todos os lugares do Brasil. São mensagens de apoio e com comprovantes de depósito.

- Eu ainda estou sem acreditar. Não estou nem conseguindo dormir direito. A coisa passou muito mais da nossa intenção. A capacidade humana é incrível. Já chorei muito, completamente emocionado, desde então. Vai ser um sonho levar esses meninos para jogar em Curitiba.

Com a confirmação de que o time vai viajar, ele disse que reuniu os nove atletas do time de basquete na manhã desta segunda-feira. Conversaram. E fizeram um pacto.

- Vamos representar a nossa cidade e a Paraíba na primeira divisão. A gente se sente no dever de dar o máximo, compensar a oportunidade que todo o Brasil está nos dando. Vamos brigar em quadra por cada metro quadrado – declarou.

Campeão dos Jogos Escolares da Paraíba, time de Caiçara quer honrar a juda de todo o Brasil, mesmo sabendo da força dos rivais que vão encontrar em quadra (Foto: Divulgação / José Edson Francisco)

Vitória do time perdedor
A coisa, de fato, saiu do controle. Para o bem, claro. O próprio Colégio Motiva entrou em contato com a resportagem para informar que o telefone da escola não parou de tocar em nenhum momento nesta segunda-feira, com ligações de todo o Brasil. E, diante de todo este cenário, quem se disse extremamente emocionado foi o técnico do time vice-campeão, Adriano Lucena. Ele é rodado. Tem experiências na seleção brasileira de base. Já treinou equipes importantes da Paraíba, inclusive profissionais. Mas disse que poucas vezes se emocionou tanto.

- Eles merecem. Venceram na quadra. É assim que deve ser.

Depois, comentou do orgulho que sente de seu time:

- Estou realizado. O que nos motivou a iniciar a campanha era evitar que um sonho morresse. O fato de termos conseguido, me deixa feliz como se meu próprio filho tivesse ganho algo. Estou feliz e orgulhoso. O que aconteceu aqui foi uma lição de vida, de humanidade, de caráter dos meus atletas e de seus pais. É uma coisa belíssima. O esporte ensina isso. O verdadeiro esporte dá bons exemplos – resume.

Adriano Lucena já treinou a seleção brasileira de base (Foto: Divulgação)

Fonte: GE

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Cega bate a cabeça e volta a enxergar depois de 21 anos

O corpo humano continua dando provas de que é a máquina mais perfeita que existe. Saca só a história mirabolante que acaba de acontecer com uma senhorinha estadunidense de 70 anos: depois de duas décadas completamente cega, ela voltou a enxergar milagrosamente!

Tudo começou em 1993, quando Mary Ann Franco sofreu um acidente de carro e teve uma lesão na sua coluna. Gradualmente, sua visão foi enfraquecendo até ela ficar completamente cega, em 1995. Desde então, ela vivia em um mundo de sombras e escuridão. Porém, a situação começou a mudar em agosto de 2015, depois que Mary Ann sofreu uma queda em casa.

“Eu estava na sala de estar e queria ir até a porta, só que meu pé enroscou e eu caí, batendo minha cabeça na lareira, creio eu”, explicou a mulher ao The Independent. A queda fez com que Mary Ann passasse a usar um colar cervical e ficasse incapacitada, até que uma cirurgia há poucas semanas devolveu sua mobilidade – e, por tabela, a visão.

Cirurgia após novo acidente fez com que Mary Ann recuperasse a visão

Explicação científica ou religiosa?
Após a cirurgia em seu pescoço, Mary Ann acordou enxergando no hospital. Inicialmente ela ficou confusa, até que fez um pedido para enfermeira: “Por favor, senhora de roxo, você pode me dar algo para dor?”. Sua sobrinha notou a pergunta incomum, já que a tia teoricamente não podia enxergar que a enfermeira de fato estava vestida de roxo.

O neurocirurgião John Afshar, que operou Mary Ann, disse não achar explicações lógicas para o caso. Ele tem uma teoria de que no primeiro acidente, em 1993, uma artéria que irriga a parte da visão no cérebro pode ter ficado obstruída, tendo sido liberada “sem querer” na cirurgia realizada por ele.

Já Mary Ann tem outra explicação: a sua fé. Fervorosa em Deus, a senhora atribui sua recuperação a um milagre. Segundo seus parentes, agora ela mudou a maneira como encara o mundo. “Tudo parece muito menor para mim”, explicou a mulher.

Mary Ann quer recuperar o tempo perdido sem enxergar

Fonte: Megacurioso

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

7 belas lógicas da vida...


terça-feira, 5 de setembro de 2017

Andar com fé eu vou...





Andar descalço melhora a saúde, dizem especialistas

Tirar os sapatos ou tênis e deixar os pés livres sentirem o solo diretamente enquanto caminha, sobre a grama ou a terra. Relaxante e agradável, a sensação é esta logo aos primeiros passos. Trata-se de romper as barreiras artificiais que nos “separam” do planeta e ter ligação direta com a natureza. Porém, mais que o prazer do contato, são cada vez mais fortes as evidências de que andar descalço é benéfico para a saúde. Já se acredita que a “terapia”, chamada de aterramento, é capaz de prevenir e até mesmo auxiliar na cura de males. O contato com a terra pode ser usado para melhorar qualidade de vida ou para auxiliar um tratamento médico.

Caminhar descalço em contato com o solo traz benefícios para o corpo

A explicação estaria na carga elétrica natural da Terra. Pisando descalços sobre o solo ficamos em contato imediato com a energia natural do planeta. A troca reequilibraria o organismo e atuaria na prevenção e correção de problemas de saúde. Pesquisas recentes sugerem que a energia elétrica da Terra pode estabilizar o “sistema elétrico” do nosso corpo e auxiliar a protegê-lo. Uma relação de recarga, repondo moléculas necessárias e salutares e descartando outras dispensáveis e nocivas.

A técnica do aterramento foi desenvolvida pelo ex-executivo de TV Clinton Ober, em 1990. O “inventor” teria observado seus instrumentos eletrônicos e constatado que o ser humano poderia ser beneficiado se fosse aterrado, ou conectado à terra, uma vez que o organismo possui um campo de energia, que precisa estar equilibrado para se manter saudável e o aterramento seria um caminho. Além disso, o contato direto com o solo tornaria as pessoas mais resistentes aos efeitos da eletricidade estática e campos elétricos locais. Ober descreve como chegou a esse entendimento no livro Earthing: The Most Important Health Discovery Ever? (Aterramento: a descoberta sobre saúde mais importante de todas?), em co-autoria com Stephen Sinatra, M.D. e Martin Zucker.

O desequilíbrio no sistema elétrico do corpo humano teria sido potencializado com o estilo de vida moderno, onde roupas, calçados e moradias, muitas vezes em edifícios que nos afastam ainda mais da terra, funcionam como isolantes e impedem cada vez mais o contato direto com o planeta. Para quebrar esta barreira nociva, bastaria simplesmente andar descalço, uma vez que o contato com o solo neutralizaria a carga no corpo e protegeria o sistema nervoso e órgãos de interferência elétrica externa. Atuaria diretamente no combate aos radicais livres, que são moléculas ou átomos com elétrons desemparelhados em suas camadas externas, circulam no organismo e roubam elétrons de tecidos saudáveis, sendo agentes diretos de inflamações.

Os efeitos do contato dos pés com o chão e da troca de energia com o solo influenciam beneficamente a saúde na opinião da fisioterapeuta Ineida Bachega Lopes. “A gente orienta os familiares a porem a criança desde pequena no chão para formar a plantinha do pé. É uma região sensível mesmo. Isso de energia é antigo já. A água do mar, o chão, a terra têm efeito positivo sobre a saúde”, comenta. A nutricionista e reflexoterapeuta Renata Daminello concorda. “Eu particularmente gosto muito deste tipo de coisa. Acho que tem um bom efeito, a terra, a água, areia transmitem energia, que vai melhorar a gente, uma energia que vem do planeta”, pontua.

A explicação para o funcionamento da terapia é simples. Se o organismo tem carga positiva excessiva, com criação de radicais livres relacionados a inflamações, a superfície da Terra tem carga negativa e possui uma quantidade incalculável de elétrons livres. Estudos apontam que o contato direto pés/solo em uma caminhada de alguns minutos descalço ajudaria a neutralizar a carga positiva e a equilibrar o corpo eletricamente, uma vez que fluiriam da terra para o caminhante. A consequência seria alívio em dores, lesões e tensões musculares, dores de cabeça, redução do estresse, melhora da pressão sanguínea, oxigenação e auxílio ao sistema imunológico no combate a inflamações. Além disso, melhoraria o sono, contribuindo para qualidade de vida. Todos os benefícios podem obtidos com um passeio descalço ao ar livre.

Reflexologia: pontos nos pés que curam
Andar descalço na grama ou terra, além do aterramento, que ajuda a descarregar a eletricidade estática e equilibrar nosso corpo, também estimula as áreas reflexas auxiliando na saúde dos órgãos. A reflexologia aponta que nos nossos pés existem milhares de terminações nervosas diretamente ligadas a órgãos internos, à coluna vertebral, à cabeça e aos membros superiores e inferiores do nosso corpo.

Ao caminhar descalços contribuímos com esta estimulação e o consequente bom funcionamento e o equilíbrio do organismo. Além do mais, a caminhada é uma atividade física de impacto mínimo e o passeio ao ar livre em uma área verde também contribui naturalmente para a queda de estresse e relaxamento.

A reflexoterapia é o uso da reflexologia de forma terapêutica com o estímulo destas regiões para cura de males. A nutricionista e reflexoterapeuta Renata Daminello explica que seu método de tratamento trabalha com mensagens ao cérebro através do toque. “Pego os pontos dos pés e, com a pressão, mando mensagem para o cérebro de que determinado órgão está com problema para o cérebro mandar enzimas e hormônios e o problema ser curado”, explica.

O tratamento, de acordo com Daminello, dura dez sessões. “Não é invasivo, mas é um tratamento. Na primeira sessão a pessoa já sente efeitos, já se sente relaxada”, observa, ressaltando que a reflexoterapia não substitui o tratamento médico e nem o uso de remédios. “É um tratamento alternativo”, conclui.

Fonte: jcnet.com.br

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

6 coisas que você deve manter em segredo, segundos os sábios orientais

Os povos antigos eram dotados de uma sabedoria incomparável.

Muitas de suas descobertas e ensinamentos sobreviveram até os dias de hoje – e isso não é por acaso.
Os sábios orientais, por exemplo, deixaram muitos ensinamentos que se mantêm atualizados até os dias atuais.
E vamos compartilhar com você alguns desses ensinamentos do mundo oriental:

1. Nunca revele o que você está planejando para o seu futuro
Comentar o que pretende fazer no futuro pode resultar numa grande frustração: desistência. As pessoas podem ser bastante negativas e levar você a desacreditar no seu sonho. Mantenha segredo entre você e Deus. Quando tudo já estiver bem encaminhado, comemore com quem ama.

2. Não compartilhe com os outros sobre as limitações de seu corpo
Sabe quando você tem dores, cansaço ou enfrenta dificuldades para realizar algumas atividades? Se possível, não compartilhe isso com todo mundo. O corpo é algo muito pessoal e você deve aprender a ser forte e conviver com ele sem lamentações.

3. Não se vanglorie de seus atos mais caridosos
Se você ajuda alguém, deve fazer por amor e não para se vangloriar. O ego pode estimular essa atitude horrível, mas fuja ao máximo da arrogância. Além de se colocar numa situação bem complicada, você também pode deixar outras pessoas constrangidas e humilhadas.

4. Evite se gabar da sua coragem e do seu valor
Quando alguém é digno de admiração, as pessoas reconhecem facilmente, não é preciso você se gabar. O máximo que vai conseguir se autopromovendo são críticas e uma imagem nada positiva.

5. Não desperdice seu tempo falando mal dos outros
Quando falamos mal dos outros, estamos revelando muito mais sobre nós do que sobre quem reclamamos. Além disso, o ambiente fica pesado e a mente cheia de pensamentos ruins.

6. Não diga todos os problemas que sofre em sua vida pessoal
Há quem sai divulgando, até nas redes sociais, os problemas que vem enfrentando. Lembre-se de que é muito importante se preservar. Quando falamos demais, corremos o risco de revelar segredos ou de ficarmos muito vulneráveis diante de quem nos ouve.

domingo, 3 de setembro de 2017

Isso é incrível, passe para frente!

Um vídeo maravilhoso que vale a pena ser visto e seguido!


sexta-feira, 1 de setembro de 2017

O que vale na vida é o amor...

Olha o que esse neto faz...
Vi no Facebook e tô compartilhando, porque vale muito apena ver!


Especial Fim de Semana...emocione-se!

Hallelujah on Panflute | Aleluya by Edgar Muenala | (Official Music Video)
 

 Daniela de Santos Ave Maria live

 Leo Rojas - Der einsame Hirte